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Um problema de produtividade de proporções olímpicas

6 de agosto de 2012 | Em Matérias | 296 visualizações | Por

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Redes de TV aberta e a cabo em todo o mundo estão prometendo mais cobertura e acessibilidade do que nunca. Para fãs incondicionais, isso representa cerca de 5.000 horas de transmissão. Diferente dos Jogos Olímpicos anteriores, onde a maioria das pessoas dependeu de computadores para assistir vídeo streaming ou ouvir a cobertura ao vivo de eventos, é provável que esse seja o ano em que os smartphones, tablets e dispositivos tornem-se os métodos preferidos de acompanhar esportes favoritos e atletas. De fato, uma pesquisa recente descobriu que 40% dos norte-americanos que irão assistir aos Jogos Olímpicos, o farão através de mais de um dispositivo. Embora estes números sejam impressionantes, um fato preocupante para os negócios é que uma parcela significativa do período de transmissão das Olimpíadas acontecerá durante o horário de expediente, e os funcionários usarão a internet banda larga da empresa ao invés de seus próprios pacotes de dados sem fio.

seguranca webMas não é somente com vídeo streaming que as empresas precisam lidar nas suas redes. Durante os últimos Jogos Olímpicos em 2008, havia cerca de 100 milhões de usuários de Facebook, e agora esse número está perto de um bilhão. Haverá, literalmente, dezenas de milhares de fan pages no Facebook aparecendo e sendo acessadas de todo o mundo – muitas através das redes corporativas. O atleta jamaicano Usain Bolt tem mais de 7 milhões de fãs na sua página do Facebook, enquanto o jogador de futebol Neymar está concorrendo com Usain com cerca de 5.8 milhões de fãs. E há também o Twitter, que cresceu de 6 milhões para 140 milhões de usuários desde as Olimpíadas de Pequim. Enquanto uma mensagem de 140 caracteres não é nada em termos de dados em uma rede corporativa, multiplique por milhares e adicione um link para um vídeo inspirador, legal ou engraçado no YouTube, e o tweet aparentemente inofensivo de repente se torna um pesadelo para os gestores da rede corporativa.

Os Jogos Olímpicos são um dos maiores e melhores concursos do mundo, e um grande entretenimento para todos, mas também representam um desafio de proporções olímpicas de produtividade para as empresas despreparadas para o ataque às suas redes.

Durante as Olimpíadas, será um enorme desafio para os administradores de rede entregar eficientemente as soluções corporativas de missão crítica e lidar ao mesmo tempo com as aplicações que os usuários estarão usando para conseguir ter acesso aos Jogos. Aplicações críticas necessitam de priorização de banda larga, enquanto aplicações de vídeo, multimídia e mídia social precisam ter banda larga regulada ou completamente bloqueada. Firewalls costumavam ser instalados para protegerem contra vírus e malware a fim de manter a rede corporativa segura. No entanto, os modernos firewalls de próximas gerações são muito mais avançados e capazes de proteger a produtividade da rede também. A rede corporativa representa o sistema nervoso central para muitas empresas. Se a rede cai, todo o negócio literalmente para. Da mesma forma, se ela fica mais lenta porque a banda larga está sendo sugada por vídeos, streaming ao vivo de TV ou uso de Facebook e Twitter, os negócios também diminuem.

Os firewalls de próxima geração incluem tecnologias como uma aplicação de inteligência e funcionalidade de controle que, literalmente, fazem o que prometem; isso permite que uma empresa determine quais aplicativos podem ser usados na rede e por quais funcionários. Este benefício aparentemente simples tem o potencial para manter as empresas se movendo durante os Jogos Olímpicos, protegendo a rede corporativa não apenas de ataques maliciosos de golpes cibernéticos externos e ameaças, mas também de uma diferente ameaça interna: colaboradores que usam a banda larga da rede corporativa para assistir, compartilhar, ouvir as Olimpíadas.

A tecnologia por trás do aplicativo de inteligência e controle é maciçamente complexa e são poucas as empresas de segurança de TI capazes de entregá-la. Ela não só permite à empresa pré-determinar quem tem acesso a quais aplicativos em uma rede corporativa, como também pode determinar se e quando esse acesso é regulado ou completamente desligado. E, mesmo que um empregado tenha acesso a aplicativos de vídeo streaming durante os Jogos Olímpicos, esta próxima geração de tecnologia pode garantir a autenticidade do conteúdo que entra na rede, inspecionando cada pacote de dados através de uma inspeção profunda.

Muitas empresas ainda tentam proteger sua rede com firewalls de primeira geração que usam algo chamado “Stateful Packet Inspection”. No entanto, esta tecnologia só bloqueia ameaças, avaliando as portas e os protocolos usados pela camada de tráfego da rede. Isso significa que esses firewalls podem ver os dados mas são cegos para aplicações, sendo portanto, incapazes de priorizar o tráfego produtivo e seguro versus o tráfego improdutivo e potencialmente inseguro. Os firewalls de próxima geração usam uma inovação conhecida como ?Deep Packet Inspection? para escanear a carga do pacote inteiro, tudo que entra e sai da rede a fim de fornecer prevenção de intrusão avançada, anti-malware, filtragem de conteúdo e anti-spam. Por fornecerem conhecimento sobre os próprios aplicativos, proporcionam uma rede crítica e benefício de gestão de negócios. As empresas podem controlar quais aplicações são permitidas na rede para aplicativos de missão crítica, incluindo LiveMeeting, Salesforce.com ® SharePoint ® e muitas outras aplicações têm prioridade sobre os improdutivos, tais como, atividades do YouTube ou Facebook.

Sem dúvida, entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012, centenas de milhares de empresas ao redor do mundo vão se perguntar: “O que está acontecendo na minha rede?”, “Quem está desperdiçando minha banda?”, “Por que minha rede está tão lenta?”. Provavelmente, eles não têm firewalls de próxima geração e aplicação de inteligência e controle.

Fonte: Portal Comunique-se

Webdesigner, Técnico em Hardware e Técnico em Mecatrônica.



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